- 100 ml de leite
- 1 colher (chá) de essência de baunilha
- 1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica
- 1 pimenta malagueta
- 1 ovo
- 200 g de chocolate meio amargo bem picado
- 8 potinhos de 60 ml (ou copinhos)
Modo de preparo:
1- Numa panela em fogo médio aqueça 150 ml de creme
de leite fresco com 100 ml de leite,
1 colher (chá) de essência de baunilha,
1/2 colher (chá) de pimenta da Jamaica e
1 pimenta malagueta, por 3 minutos.
2- Transfira a mistura quente para um liquidificador
e com ele ligado acrescente 1 ovo e
200 g de chocolate meio amargo bem picado
e bata bem por 2 minutos até ficar homogêneo.
3- Distribua este creme em 8 potinhos de 60 ml
(ou copinhos) e leve para geladeira por no mínimo
6 horas ou de um dia para o outro.
Decore com uma pimenta malagueta e sirva gelado.
A receita de hoje é um prato à base de carne bovina, temperado à moda da Borgonha, uma região do sul da França. Os vinhos de lá são famosos e a carne fica saborosa porque é curtida no vinho.
INGREDIENTES
1 kg. de músculo
1 cebola
1 cenoura
2 folhas de alho-poró
1 galho de tomilho
2 galhos de salsinha
2 pontas do maço de salsão
2 folhas louro
2 cravos da índia
2 dentes de alho
30 ml. de óleo para fritar
1/4 de xícara de farinha de trigo
1 colher de massa de tomate
1 colherinha de açúcar
1 litro de caldo de carne
1 garrafa vinho tinto
sal
pimenta
150 g bacon
200 g. de champignon.
150 g. cebolinha em conserva.
MODO DE FAZER
Corte o músculo em cubos, tirando apenas a primeira capa de gordura. Prepare o buquê: faça um envelope com a folha do alho-poró e ponha dentro o tomilho, a salsinha, o salsão e o louro e amarre com um barbante.
Coloque a carne picada numa vasilha com a cenoura e a cebola fatiadas, o cravo da índia e o buquê. Cubra com o vinho. Deixe a vasilha tampada na geladeira durante 12 horas ou mais.
Depois, retire todos os pedaços de carne e frite numa panela grande. Junte a farinha de trigo até dourar.
Passe o vinho da marinada numa peneira e despeje na panela da carne. Acrescente o buquê amarrado. Tempere com sal e pimenta moída.
Depois cozinhar uma hora em fogo baixo, coloque o caldo de carne, o extrato de tomate, o açúcar e o alho picado.
Cozinhe mais uma hora, pelo menos. Na hora de servir, retire o buquê e prove para ver se está bom de sal e pimenta. O acompanhamento pode ser batatas – douradas na manteiga ou em purê – ou arroz branco.
Para a guarnição típica da Borgonha, frite o bacon numa frigideira sem outra gordura. Quando estiver bem frito, coloque a cebola e o champginon em conserva (cozidos com vinagre e sal). Se quiser, pode colocar também ervilha e cenoura cozidas, para enfeitar.
Nessa época de chuvas e enchentes, é preciso tomar mais cuidado com a higiene dos alimentos. É que tem acontecido um alagamento atrás do outro e essa água pode chegar aos locais de transporte e armazenagem de frutas, legumes e verduras.
Alguns produtos como as verduras estão feios e pequenos por causa do excesso de chuvas. As folhas são as que menos resistem ao calor forte e as chuvas de verão.
A dona de casa Marcela, do Tatuapé na zona leste, faz feira pensando em dar uma alimentação saudável para os filhos, mas cada vez que chega com o que escolheu a dedo, bate aquela dúvida incomoda. “Ás vezes eu fico na dúvida se utilizo estes produtos com casca ou descasco. Se eu preciso começar a descascar maçã e pêra”, diz Marcela Dalanora, assistente social.
Para acabar com as preocupações da Marcela, pedimos à nutricionista Leila Nasser algumas dicas sobre higienização dos alimentos. Para começar, ela já não gostou do famoso lixinho na pia. “Muita gente usa, é prático é bonito, mas não é recomendável, porque aqui nós estamos jogando restos de comida, entre outras coisas e é lixo. Aqui é onde temos a maior manipulação de alimentos. Aqui, para ter uma contaminação, é muito rápido e muito fácil”, explica Leila Nasser, nutricionista.
Com a pia livre, Marcela reclama de como anda feia a alface. “Você pode substituir por repolho ou pela couve, que é mais resistente”, diz a nutricionista.
Para a limpeza dos alimentos, receita básica. “Qualquer fruta você tem que lavar com água, detergente neutro, deixar imerso na solução de um litro de água para uma colher de sopa de água sanitária. Deixar por quinze minutos, lavar com água corrente, secar e depois consumir”, explica ela.
Vinagre não pode ser usado para a limpeza dos alimentos, apenas como tempero.
Com segurança, a filhinha da Marcela pode comer sem medo o que vem da feira.
Ingredientes:
- 60 g de fermento biológico fresco (para pão)
- 1 colher (sobremesa) de açúcar
- 1 ovo ligeiramente batido
- 100 ml de óleo
- 350 ml de leite em temperatura ambiente
- (+/-) 600 g de farinha de trigo peneirada
- 1/2 colher (sopa) de sal
- 1 gema de ovo peneirada para pincelar
- queijo parmesão ralado a gosto
Modo de Preparo:
1- Numa tigela dissolva 60 g de fermento biológico fresco (para
pão) em 1 colher (sobremesa) de açúcar.
2 - Acrescente 1 ovo ligeiramente batido, 100 ml de óleo e 350 ml de leite
em temperatura ambiente. Misture bem e junte aos poucos (+/-)
600 g de farinha de trigo peneirada e 1/2 colher (sopa) de sal.
Vá amassando até que a massa solte das mãos. Deixe a massa descansar
em local arejado, coberta com um filme plástico (ou pano de prato)
por +/- 30 minutos até dobrar de volume.
OBS.: O crescimento da massa vai depender da temperatura ambiente,
quanto mais frio mais tempo leva para a massa crescer.
3- Divida a massa em 4 partes e numa superfície lisa e com o auxílio
de um rolo abra cada parte de massa até obter uma espessura fina. Com auxilio
de um cortador redondo com +/- 8 cm de diâmetro (ou com a boca de um copo)
corte discos da massa.
No centro de cada disco coloque o recheio de sua preferência,
feche o disco unindo as bordas e modele no formato de bolinha.
Vá colocando as todas as bolinhas de pizza arrumadas numa fôrma
redonda de pizza (29 cm de diâmetro) virada ao contrário,
untada e polvilhada com farinha de trigo.
OBS: Não coloque as bolinhas até a borda da fôrma.
Deixe um espaço de +/- 3 cm pois as bolinhas vão crescer e ocupar este espaço.
Pincele as bolinhas com 1 gema de ovo peneirada e
polvilhe queijo parmesão ralado a gosto, deixe descansar
por mais 20 minutos e leve ao forno médio pré-aquecido (180 graus)
por +/- 15 a 20 minutos. Retire do forno e sirva em seguida.
500g de biscoito tipo maisena
1 lata de leite condensado
2 xícaras (chá) chocolate em pó
2 colheres (sopa) de conhaque
1 1/2 xícara (chá) de manteiga derretida
1 xícara (chá) de amêndoas inteiras com pele
Opção:
2/3 xícara (chá) de uvas passas pretas sem caroço
Cobertura:
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
4 colheres cheias (sopa) de manteiga mole
MODO DE PREPARO
Pique o biscoito em 4 pedaços, coloque numa vasilha com o chocolate, o conhaque, o leite condensado, a manteiga derretida. Misture tudo, fazendo bolas e apertando com as mãos, acrescente as amêndoas e as passas. Coloque sobre papel celofane (ou plástico mais grosso), enrole, como um tronco, tipo salame, leve ao freezer até endurecer. Para a cobertura, misture o chocolate em pó com a manteiga, até formar uma pasta, (sem levar ao fogo), retire o rolo do freezer e espalhe a cobertura (Deixe uma vasilha com água e gelo, vá molhando as mãos e espalhando a cobertura). Leve ao freezer, para secar, cubra com papel filme. Quando for servir retire 10 minutos antes. Sirva com sorvete de creme.
Esta é uma breve história de um longo abandono. Todos os anos, quando dezembro surge no calendário, a noz-pecã invade os supermercados. O pequeno fruto seco da nogueira vira uma das estrelas da ceia natalina. Consta até em índices econômicos que monitoram o preço da cesta de final de ano, como se fizesse parte da cesta básica do Natal.
Taças erguidas em uma mão, brindamos as festividades que encerram o ano e alcançamos o pote de nozes com a outra mão. Tão natural quanto o peru, a uva passa, o Papai Noel na porta de casa, o pinheiro decorado na canto da sala.
Mas chega janeiro e as nozes que sobraram da ceia murcham e seguem o caminho do lixo. A medicina chegou à conclusão que este roteiro não faz sentido. A noz-pecã, aquela que tem aparência de um pequeno cérebro humano enclausurado, tem a propriedade de dilatação de vasos sanguíneos, um recurso fundamental para corações estressados e mal tratados com porções excessivas de gorduras e frituras ao longo do ano.
Uma refeição pesada tem melhores chances de ser melhor absorvida pelo corpo quando acompanhada de meia dúzia de nozes, dizem os médicos. E confessemos: não é apenas no Natal que realizamos refeições pesadas, não é mesmo? Um punhado de nozes antes do churrasco de domingo é um hábito à espera de adoção. Além da dilatação dos vasos, as nozes possuem minerais em quantidades essenciais para o bom funcionando do nosso corpo. Sim, são itens gordurosos e calóricos, mas trazem a gordura do bem que ajuda na reposição hormonal e raramente consumidas em volume suficiente para fazer diferença na balança.
Entre as resoluções de ano novo, inclua o fim do abandono das nozes no cardápio do dia-dia.
No Brasil, sobreviver às noites de calor pode se transformar numa experiência enriquecedora. A busca por uma brisa traz à tona conhecimentos de física esquecidos nas cadeiras escolares. Abre-se uma janela e estuda-se a direção da corrente de ar. O menu da janta também pode ser pensado de forma aliviar o desconforto climático, remetendo aos professores de biologia.
Um cardápio leve, mas bem balanceado, pode ser o truque para uma noite tranquila – isto é, evitando o ar condicionado e o suor da temperatura ambiente. Muitos homens podem torcer o nariz, mas uma salada caprichada pode matar a fome e garantir uma digestão suave.
Esta receita, em particular, permite alto grau de improvisação para agrada a todos os paladares. Basta escolher um entre camarões, lulas – ou a carne de sua preferência.
Ingredientes para uma pessoa:
- Meio pé de alface
- Meio pé de rúcula, chicória ou qualquer folha verde amarga
- 100g de camarões limpos
- 100g de ricota ou queijo minas
- 50g de cogumelos frescos
- Uma fatia de pão
- Um tomate
- Azeite de oliva
- Sal
- Pimenta-do-reino
- Manteiga
- Seis nozes ou castanhas
Acomode as folhas num prato ou em numa tigela. Fatie o tomate, coloque no mesmo recipiente e regue tudo generosamente com o azeite. Tempere com sal e pimenta. Com um pilão, quebre as nozes (ou castanhas). Fatie os cogumelos e corte o queijo em cubos. Esquente uma frigideira anti-aderente por até cinco minutos e coloque um fio de azeite e uma colher de sopa de manteiga. Jogue os camarões (ou as lulas), o queijo e os cogumelos na frigideira. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Vire tudo vigorosamente até o camarão corar (cerca de dois minutos no máximo). Retire da frigideira e jogue tudo em cima das folhas. Decore com as nozes trituradas.
Na mesma frigeira, coloque outra colher de manteiga. Ponha a fatia de pão em cima da manteiga enquanto ela derrete, fazendo movimentos circulares na frigieira. Sirva o pão ao lado do prato. Sirva um vinho branco para acompanhar.
Misturar diversas frutas para ajudar a combater doenças e outros males é uma prática já adotada há algum tempo na sociedade. Agora, uma sorveteria de São Paulo decidiu fazer o mesmo: apostar neste verão nos sorvetes terapêuticos, que, por meio dos nutrientes das frutas utilizadas, colabora para prevenir e combater doenças. Também na capital paulista, outro estabelecimento do ramo produz sorvetes sem produtos de origem animal – tanto para quem tem alergia a lactose ou é vegan (termo usado para os vegetarianos que adotaram a filosofia de boicotar esses produtos) – e tirou os itens de sua dieta.
A ideia dos sorvetes terapêuticos, da Taperebá Sorvetes, surgiu de inspirações de fora do país, onde outros estabelecimentos já apostavam nas misturas. No Brasil, a iniciativa ficou restrita aos sucos no último verão. “Algumas frutas que usamos, como cupuaçu e graviola, são ricas em nutrientes. Como nossa identidade já era de sorvetes naturais, sem conservantes, voltados para a saúde, achamos que teria um apelo bom”, conta Rogério Hamam, proprietário da loja.
No total, foram criados 12 sabores, sendo que os cinco com maior possibilidade de aceitação foram eleitos. Eles dividem espaço com outros sabores “tradicionais” da sorveteria, como jabuticaba e taperebá, que dá nome ao local.
Uma nutricionista foi consultada para indicar quais as proporções necessárias para que o benefício acontecesse com o consumo. Assim, foram criados o sorvete para combater a anemia (com açaí, suco de laranja e beterraba); com ação anti-inflamatória (mistura de mel e gengibre); para quem sofre com câimbras (banana, graviola e água de coco); para a saúde do coração (abacate com nozes); e para estimular a produção de betacaroteno, garantindo o bronzeado da pele (laranja, cenoura e gengibre).
“Tem muita gente que nos procurou por causa dos sabores terapêuticos”, conta Hamam. Ele ressalta, entretanto, que a ideia não é substituir os medicamentos e tratamentos tradicionais. “Ninguém vai tomar sorvete para câimbras e ficar curado, nunca mias ter o problema na vida. Ele possui nutrientes que ajudam no tratamento e na prevenção. A proposta não é curar.”
Na mesma linha natural, a Soroko Sorvetes produz sabores sem produtos de origem animal, para quem tem alergia ao leite de vaca ou é vegan e não consome nada derivado dos animais. O leite de soja substitui o utilizado normalmente nos sabores em que ele é necessário – como chocolate e café, por exemplo. Nos de fruta, a base utilizada é de água.
Produzidos artesanalmente em uma fabrica anexa à loja, os sorvetes passam por um importante critério de seleção: o paladar dos donos. “Nós trabalhamos com o paladar, no erro e no acerto. Fomos balanceando, testando, até que o leite de soja não ficasse forte no paladar”, conta Anatolie Soroko, dono do estabelecimento, que funciona há 15 anos na Rua Augusta.
A ideia surgiu da demanda de uma cliente habitual, que sempre pedia os sorvetes sem leite e dizia ser alérgica a lactose, há nove anos. “Um dia ela disse que não era alérgica, e sem vegan, e que a alergia foi uma forma que ela encontrou de descobrir a composição sem precisar se explicar muito”, conta Soroko.
“Ela então disse que queria um sorvete que tivesse leite, mas não de animal, e nos falou do leite de soja. Começamos, então, a fazer os testes e fabricar.”
Cliente quase diária da Soroko Sorvetes, Eliana Costa, de 45 anos, que trabalha em uma empresa de segurança, diz já ter provado de todos os sabores que já viu na sorveteria, e atesta a qualidades dos ditos “especiais”. “Eles são muito gostosos, é como se fosse um sorvete normal, não tem gosto de soja. Se não souber que tem, nem percebe”, afirmou.
Os sabores especiais sempre ficam em um freezer próprio. Entre eles, há sorvete de café, chocolate e de frutas como uva e jaca, sem lactose. Nos outros freezers, estão os tradicionais. No total, 400 sabores já criados na sorveteria se revezam nos 40 espaços disponibilizados. Hoje, Soroko acredita que um terço de seus clientes vai até o local em busca dos sorvetes sem origem animal. Por isso, ele é cuidadoso ao comprar produtos que entram na receita, e sempre checa sua composição.
Para os que não ligam para o leite de vaca na composição e gostam de sabores exóticos, a sorveteria tem como opção sorvete de arroz doce, pétala de rosa, leite ninho com café, quindim e pavê, por exemplo.
Ingredientes:
4 filés de pescada branca
1 xícara (chá) de suco de limão
1 xícara (chá) de cebolinha verde picada
1 xícara (chá) de azeitona verde sem caroço
2 colheres (sopa) de alcaparra lavados e escorridos
2 unidades de pimenta de cheiro sem sementes
5 colheres (sopa) de azeite
Salsão picado
Modo de preparo:
Coloque os filés de molho no suco de limão por duas horas. Escorra e lave bem com água filtrada. Deixe escorrer bem, desfie com as mãos com cuidado. Junte a salsa, a cebolinha, a azeitona, a alcaparra e a pimenta. Misture bem. Deixe na geladeira para resfriar.
A chef Ariela Doctors, do restaurante Tanger, dá a receita da harira. É uma sopa substanciosa, de origem marroquina, que leva mais de sete ingredientes diferentes, como tomate, cenoura, salsão e grão-de-bico, e é enriquecida com tutano de boi. Bastante consistente, esse prato é muito consumido pelos muçulmanos após o Ramadã, o mês do jejum.