500g de biscoito tipo maisena
1 lata de leite condensado
2 xícaras (chá) chocolate em pó
2 colheres (sopa) de conhaque
1 1/2 xícara (chá) de manteiga derretida
1 xícara (chá) de amêndoas inteiras com pele
Opção:
2/3 xícara (chá) de uvas passas pretas sem caroço
Cobertura:
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
4 colheres cheias (sopa) de manteiga mole
MODO DE PREPARO
Pique o biscoito em 4 pedaços, coloque numa vasilha com o chocolate, o conhaque, o leite condensado, a manteiga derretida. Misture tudo, fazendo bolas e apertando com as mãos, acrescente as amêndoas e as passas. Coloque sobre papel celofane (ou plástico mais grosso), enrole, como um tronco, tipo salame, leve ao freezer até endurecer. Para a cobertura, misture o chocolate em pó com a manteiga, até formar uma pasta, (sem levar ao fogo), retire o rolo do freezer e espalhe a cobertura (Deixe uma vasilha com água e gelo, vá molhando as mãos e espalhando a cobertura). Leve ao freezer, para secar, cubra com papel filme. Quando for servir retire 10 minutos antes. Sirva com sorvete de creme.
Esta é uma breve história de um longo abandono. Todos os anos, quando dezembro surge no calendário, a noz-pecã invade os supermercados. O pequeno fruto seco da nogueira vira uma das estrelas da ceia natalina. Consta até em índices econômicos que monitoram o preço da cesta de final de ano, como se fizesse parte da cesta básica do Natal.
Taças erguidas em uma mão, brindamos as festividades que encerram o ano e alcançamos o pote de nozes com a outra mão. Tão natural quanto o peru, a uva passa, o Papai Noel na porta de casa, o pinheiro decorado na canto da sala.
Mas chega janeiro e as nozes que sobraram da ceia murcham e seguem o caminho do lixo. A medicina chegou à conclusão que este roteiro não faz sentido. A noz-pecã, aquela que tem aparência de um pequeno cérebro humano enclausurado, tem a propriedade de dilatação de vasos sanguíneos, um recurso fundamental para corações estressados e mal tratados com porções excessivas de gorduras e frituras ao longo do ano.
Uma refeição pesada tem melhores chances de ser melhor absorvida pelo corpo quando acompanhada de meia dúzia de nozes, dizem os médicos. E confessemos: não é apenas no Natal que realizamos refeições pesadas, não é mesmo? Um punhado de nozes antes do churrasco de domingo é um hábito à espera de adoção. Além da dilatação dos vasos, as nozes possuem minerais em quantidades essenciais para o bom funcionando do nosso corpo. Sim, são itens gordurosos e calóricos, mas trazem a gordura do bem que ajuda na reposição hormonal e raramente consumidas em volume suficiente para fazer diferença na balança.
Entre as resoluções de ano novo, inclua o fim do abandono das nozes no cardápio do dia-dia.
No Brasil, sobreviver às noites de calor pode se transformar numa experiência enriquecedora. A busca por uma brisa traz à tona conhecimentos de física esquecidos nas cadeiras escolares. Abre-se uma janela e estuda-se a direção da corrente de ar. O menu da janta também pode ser pensado de forma aliviar o desconforto climático, remetendo aos professores de biologia.
Um cardápio leve, mas bem balanceado, pode ser o truque para uma noite tranquila – isto é, evitando o ar condicionado e o suor da temperatura ambiente. Muitos homens podem torcer o nariz, mas uma salada caprichada pode matar a fome e garantir uma digestão suave.
Esta receita, em particular, permite alto grau de improvisação para agrada a todos os paladares. Basta escolher um entre camarões, lulas – ou a carne de sua preferência.
Ingredientes para uma pessoa:
- Meio pé de alface
- Meio pé de rúcula, chicória ou qualquer folha verde amarga
- 100g de camarões limpos
- 100g de ricota ou queijo minas
- 50g de cogumelos frescos
- Uma fatia de pão
- Um tomate
- Azeite de oliva
- Sal
- Pimenta-do-reino
- Manteiga
- Seis nozes ou castanhas
Acomode as folhas num prato ou em numa tigela. Fatie o tomate, coloque no mesmo recipiente e regue tudo generosamente com o azeite. Tempere com sal e pimenta. Com um pilão, quebre as nozes (ou castanhas). Fatie os cogumelos e corte o queijo em cubos. Esquente uma frigideira anti-aderente por até cinco minutos e coloque um fio de azeite e uma colher de sopa de manteiga. Jogue os camarões (ou as lulas), o queijo e os cogumelos na frigideira. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Vire tudo vigorosamente até o camarão corar (cerca de dois minutos no máximo). Retire da frigideira e jogue tudo em cima das folhas. Decore com as nozes trituradas.
Na mesma frigeira, coloque outra colher de manteiga. Ponha a fatia de pão em cima da manteiga enquanto ela derrete, fazendo movimentos circulares na frigieira. Sirva o pão ao lado do prato. Sirva um vinho branco para acompanhar.
Misturar diversas frutas para ajudar a combater doenças e outros males é uma prática já adotada há algum tempo na sociedade. Agora, uma sorveteria de São Paulo decidiu fazer o mesmo: apostar neste verão nos sorvetes terapêuticos, que, por meio dos nutrientes das frutas utilizadas, colabora para prevenir e combater doenças. Também na capital paulista, outro estabelecimento do ramo produz sorvetes sem produtos de origem animal – tanto para quem tem alergia a lactose ou é vegan (termo usado para os vegetarianos que adotaram a filosofia de boicotar esses produtos) – e tirou os itens de sua dieta.
A ideia dos sorvetes terapêuticos, da Taperebá Sorvetes, surgiu de inspirações de fora do país, onde outros estabelecimentos já apostavam nas misturas. No Brasil, a iniciativa ficou restrita aos sucos no último verão. “Algumas frutas que usamos, como cupuaçu e graviola, são ricas em nutrientes. Como nossa identidade já era de sorvetes naturais, sem conservantes, voltados para a saúde, achamos que teria um apelo bom”, conta Rogério Hamam, proprietário da loja.
No total, foram criados 12 sabores, sendo que os cinco com maior possibilidade de aceitação foram eleitos. Eles dividem espaço com outros sabores “tradicionais” da sorveteria, como jabuticaba e taperebá, que dá nome ao local.
Uma nutricionista foi consultada para indicar quais as proporções necessárias para que o benefício acontecesse com o consumo. Assim, foram criados o sorvete para combater a anemia (com açaí, suco de laranja e beterraba); com ação anti-inflamatória (mistura de mel e gengibre); para quem sofre com câimbras (banana, graviola e água de coco); para a saúde do coração (abacate com nozes); e para estimular a produção de betacaroteno, garantindo o bronzeado da pele (laranja, cenoura e gengibre).
“Tem muita gente que nos procurou por causa dos sabores terapêuticos”, conta Hamam. Ele ressalta, entretanto, que a ideia não é substituir os medicamentos e tratamentos tradicionais. “Ninguém vai tomar sorvete para câimbras e ficar curado, nunca mias ter o problema na vida. Ele possui nutrientes que ajudam no tratamento e na prevenção. A proposta não é curar.”
Na mesma linha natural, a Soroko Sorvetes produz sabores sem produtos de origem animal, para quem tem alergia ao leite de vaca ou é vegan e não consome nada derivado dos animais. O leite de soja substitui o utilizado normalmente nos sabores em que ele é necessário – como chocolate e café, por exemplo. Nos de fruta, a base utilizada é de água.
Produzidos artesanalmente em uma fabrica anexa à loja, os sorvetes passam por um importante critério de seleção: o paladar dos donos. “Nós trabalhamos com o paladar, no erro e no acerto. Fomos balanceando, testando, até que o leite de soja não ficasse forte no paladar”, conta Anatolie Soroko, dono do estabelecimento, que funciona há 15 anos na Rua Augusta.
A ideia surgiu da demanda de uma cliente habitual, que sempre pedia os sorvetes sem leite e dizia ser alérgica a lactose, há nove anos. “Um dia ela disse que não era alérgica, e sem vegan, e que a alergia foi uma forma que ela encontrou de descobrir a composição sem precisar se explicar muito”, conta Soroko.
“Ela então disse que queria um sorvete que tivesse leite, mas não de animal, e nos falou do leite de soja. Começamos, então, a fazer os testes e fabricar.”
Cliente quase diária da Soroko Sorvetes, Eliana Costa, de 45 anos, que trabalha em uma empresa de segurança, diz já ter provado de todos os sabores que já viu na sorveteria, e atesta a qualidades dos ditos “especiais”. “Eles são muito gostosos, é como se fosse um sorvete normal, não tem gosto de soja. Se não souber que tem, nem percebe”, afirmou.
Os sabores especiais sempre ficam em um freezer próprio. Entre eles, há sorvete de café, chocolate e de frutas como uva e jaca, sem lactose. Nos outros freezers, estão os tradicionais. No total, 400 sabores já criados na sorveteria se revezam nos 40 espaços disponibilizados. Hoje, Soroko acredita que um terço de seus clientes vai até o local em busca dos sorvetes sem origem animal. Por isso, ele é cuidadoso ao comprar produtos que entram na receita, e sempre checa sua composição.
Para os que não ligam para o leite de vaca na composição e gostam de sabores exóticos, a sorveteria tem como opção sorvete de arroz doce, pétala de rosa, leite ninho com café, quindim e pavê, por exemplo.
Ingredientes:
4 filés de pescada branca
1 xícara (chá) de suco de limão
1 xícara (chá) de cebolinha verde picada
1 xícara (chá) de azeitona verde sem caroço
2 colheres (sopa) de alcaparra lavados e escorridos
2 unidades de pimenta de cheiro sem sementes
5 colheres (sopa) de azeite
Salsão picado
Modo de preparo:
Coloque os filés de molho no suco de limão por duas horas. Escorra e lave bem com água filtrada. Deixe escorrer bem, desfie com as mãos com cuidado. Junte a salsa, a cebolinha, a azeitona, a alcaparra e a pimenta. Misture bem. Deixe na geladeira para resfriar.
A chef Ariela Doctors, do restaurante Tanger, dá a receita da harira. É uma sopa substanciosa, de origem marroquina, que leva mais de sete ingredientes diferentes, como tomate, cenoura, salsão e grão-de-bico, e é enriquecida com tutano de boi. Bastante consistente, esse prato é muito consumido pelos muçulmanos após o Ramadã, o mês do jejum.
1 Unidade de roastbeef justa temperatura
12 Folhas de endívia
½ maço de alface romana
½ maço de alface roxa
½ maço de rúcula molho:
4 colheres (sopa) de azeite extravirgem
2 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco
½ colher (sopa) de mostarda dijon
1 colher (sopa) de farinha de linhaça dourada orgânica
12 pimentas-biquinho
1 ovo cozido
4 castanhas do pará
ceboulete a gosto
sal a gosto
pimenta-de-reino branca
Modo de Preparo:
Higienize todas as folhas. Com uma faca afiada, faça diversos cortes nas folhas de endívia, do talo para a extremidade para dar um toque especial na finalização do prato. Cozinhe o ovo por aproximadamente 8 minutos e descasque-o. Corte em pequenos pedacinhos depois que esfriar. Pique as castanhas, retire o roastbeef da embalagem e corte a peça em fatias pouco espessas. Reserve e comece a preparar o molho. Molho – Misture a mostarda Dijon, a farinha de linhaça, o vinagre, sal e pimenta em um bowl. Adicione fios de azeite aos poucos com o auxílio de um fuet até emulsionar. Depois de pronto, misture o molho nas folhas já higienizadas para temperar. Montagem do prato – Use sua criatividade para organizar os ingredientes. Coloque as folhas de endívia “estilizadas” no centro do prato e adicione o ovo salpicado no topo. Arrume o número de fatias de roastbeef que preferir e aproveite para completar o prato com as folhas temperadas com o molho Dijon.
Decore com as pimentas-biquinho e a ceboulete.
400 g de bacalhau
300 ml de creme de leite fresco
1 colher (sopa) de açúcar
2 cebolas
4 dentes de alho
4 batatas cozinhas e descascadas
2 colheres (sopa) de manteiga
1 pacote de batata palha extrafina
400 ml de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
Noz-moscada
Pimenta do reino moída
Modo de Preparo:
Coloque o bacalhau na água para dessalgar, 48 horas antes do preparo da receita, e mantenha na geladeira.
Troque a água a cada seis horas e, quando este processo for finalizado, desfie-o em pequenas partes e reserve.
Preparo do bacalhau: refogue a cebola com azeite e alho até dourar.
Acrescente o açúcar e misture por três minutos até caramelizar. Adicione o vinagre depois que o açúcar derreter por completo e mexa até ficar com um tom bem dourado. Em outra panela, cozinhe o bacalhau em banho-maria e adicione o azeite aos poucos até atingir uma consistência cremosa.
Acrescente a noz-moscada e 150 ml de creme de leite fresco.
Purê: cozinhe as batatas e amasse-as. Coloque-as em uma panela com manteiga derretida. Adicione sal, pimenta do reino e noz-moscada (a gosto) e misture.
Acrescente o restante do creme de leite fresco e mexa, em fogo médio, até que o purê fique firme. Montagem:
Coloque o purê em uma taça.
Faça uma camada mais espessa de bacalhau. Adicione batata palha no momento em que for servir.
Decore com uma salsinha crespa no topo.
Diversos tipos com dicas para facilitar a escolha e o preparo.
São muitas as receitas simples e deliciosas de bacalhau, passadas de geração em geração nesta época do ano. Algumas dicas podem torná-las ainda melhores:
As cinco espécies de peixes mais usadas no processamento do bacalhau são: O Saithe, de cor e sabor mais forte, que é perfeito para preparar bolinhos, saladas e ensopados; o Zarbo, que é ótimo para elaborar pratos que pedem o peixe desfiado, como caldos, pirões e bolinhos; o Ling, que é mais estreito e mais claro, e é perfeito para assados, cozidos e grelhados;
O Porto, cuja carne tenra e saborosa não desmancha em lascas, mas pode ser facilmente desfiada, e que é ideal para assados, cozidos e grelhados; e, para finalizar, o Porto Imperial também conhecido como Gadus morhua, considerado o mais nobre bacalhau, que possui postas largas e altas.
Quando sua carne é cozida,desfaz-se em lascas claras e tenras, com sabor inigualável.
É ideal para todos os pratos mas principalmente assados e grelhados.
1 xícara (chá) de arroz
2 colheres (sopa) de óleo
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassados
3 xícaras (chá) de leite
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
2 cenouras médias cortadas em pedaços pequenos
1 ovo batido
4 colheres (sopa) de salsinha
sal a gosto
Modo de Preparo: Lave o arroz, coloque-o sobre uma peneira e deixe escorrer. Aqueça o óleo em uma panela grande e junte a cebola e o alho. Frite, mexendo de vez em quando, por 3 minutos, ou até ficar levemente dourado. Adicione o arroz e refogue, mexendo sem parar, por 4 minutos, ou até ficar brilhante. Junte o leite, o sal e misture. Cozinhe, mexendo de vez em quando, e assim que ferver, reduza o fogo e tampe parcialmente a panela. Cozinhe por mais 35 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire e misture 3 colheres (sopa) de queijo ralado. Disponha o arroz em um refratário com 20 cm de diâmetro e reserve. Cobertura: coloque as cenouras em uma panela, cubra com água e coloque o sal. Leve ao fogo por 20 minutos, ou até a cenoura ficar macia. Retire do fogo, escorra a água e transfira a cenoura para uma tigela. Amasse-a com um garfo e misture o ovo e a salsinha. Distribua sobre o arroz e salpique o queijo ralado restante. Leve ao forno médio por 20 minutos ou até gratinar. Retire do forno e sirva bem quente.